We speak in the store
I'm a sensitive bore
You seem markedly more
And i'm oozing supriseBut it's late in the day
And you're well on your way
What was golden went gray
And i'm suddenly shyAnd the gathering floozies
Afford to be choosy
And all sneezing darkly
In the dimming divideAnd i have read the right books
To interpret your looks
You were knocking me down
With the palm of your eyeGo; na na na na na na na na na na
Na na na na na na na na na na
Na na na na na na na naThis was unlike the story
It was written to be
I was riding its back
When it used to ride meAnd we were galloping manic
To the mouth of the source
We were swallowing panic
In the face of its forceAnd i was blue
I am blue
And unwell
Made me bolt like a horseAnd; na na na na na na na na na na
Na na na na na na na na na na
Na na na na na na na naNow it's done
Watch it go
And you've changed soWater run from the snowAm i so dear?
Do i run rare?
And you've changed
SoPeach, plum, pear
Peach, plumJoanna Newson
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Peach, Plum, Pear
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Pensado por
Ivy
às
08:04
1 comentários
domingo, 23 de agosto de 2009
Bagunça emocional.
"Você vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
Aquilo ecoou na minha cabeça de tal forma que, quando a oportunidade surgiu - meses após ouvir a pergunta -, eu fiquei perturbada e nada fiz. Fiquei estática, olhando sua cabeça repousar sobre os braços. E nada fiz, nada fiz. O que tenderia a ser um gesto espontâneo poderia ser interpretado, naquele momento, como um pedido silencioso ou uma declaração indevida. Fiquei com medo de ser não-entendida - até porque, talvez, qualquer opinião extremista sobre a cena resultasse em erro. Carinho é uma coisa, vontade é outra completamente diferente: mas os significados podem servir de complemento um para o outro. Como as pessoas - diria alguém bem mais apaixonado.
"Você vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
Diante daquela expressão tão bonita, tão plácida e convidativa, não tive como dizer que não. E minha resposta não seria outra mesmo, nem cogitei refletir mais em cima disso. Não se tratava de uma possibilidade, mas de um destino. Destino? Não... muito forte, muito brega, muito definitivo. Se tratava de uma certeza de que tudo continuaria a ser do jeito que era. Logo, não havia razão para não continuar fazendo o que se fazia. Preservar e melhorar o que é bom, desmistificar e solucionar os desprazeres. Como uma receita de bolo - diria alguém não-sei-de-que-jeito-mas-não-do-meu.
"Você vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
Vou. Só porque não o fiz naquele momento, não quer dizer que seus cabelos se verão livres da bagunça dos meus dedos. Ou o contrário. Ou sua bagunça mental, ou minha bagunça emocional. O fato é que o que é bom não se perde. Para os casos mais extremos, existe o poder da lembrança - a coincidência de ouvir uma música tocar e o coração bater na mesma freqüência, como fora em tempos passados. E não aceito a palavra de mais ninguém como sugestão para essa história.
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
Aquilo ecoou na minha cabeça de tal forma que, quando a oportunidade surgiu - meses após ouvir a pergunta -, eu fiquei perturbada e nada fiz. Fiquei estática, olhando sua cabeça repousar sobre os braços. E nada fiz, nada fiz. O que tenderia a ser um gesto espontâneo poderia ser interpretado, naquele momento, como um pedido silencioso ou uma declaração indevida. Fiquei com medo de ser não-entendida - até porque, talvez, qualquer opinião extremista sobre a cena resultasse em erro. Carinho é uma coisa, vontade é outra completamente diferente: mas os significados podem servir de complemento um para o outro. Como as pessoas - diria alguém bem mais apaixonado.
"Você vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
Diante daquela expressão tão bonita, tão plácida e convidativa, não tive como dizer que não. E minha resposta não seria outra mesmo, nem cogitei refletir mais em cima disso. Não se tratava de uma possibilidade, mas de um destino. Destino? Não... muito forte, muito brega, muito definitivo. Se tratava de uma certeza de que tudo continuaria a ser do jeito que era. Logo, não havia razão para não continuar fazendo o que se fazia. Preservar e melhorar o que é bom, desmistificar e solucionar os desprazeres. Como uma receita de bolo - diria alguém não-sei-de-que-jeito-mas-não-do-meu.
"Você vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
"...vai continuar fazendo isso sempre?"
Vou. Só porque não o fiz naquele momento, não quer dizer que seus cabelos se verão livres da bagunça dos meus dedos. Ou o contrário. Ou sua bagunça mental, ou minha bagunça emocional. O fato é que o que é bom não se perde. Para os casos mais extremos, existe o poder da lembrança - a coincidência de ouvir uma música tocar e o coração bater na mesma freqüência, como fora em tempos passados. E não aceito a palavra de mais ninguém como sugestão para essa história.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
WaitingPeople
E se eu me apaixonar pelo Inverno, pelo frio do Inverno? Terei de esperar por ele durante as outras estações... E sentirei saudade, sofrerei com isso: a mais leve brisa trará a lembrança do frio. Terei de aprender a conviver com o calor, com a luz, com as cores - com todas as mudanças de cheiros, pessoas e lugares. Mas esperarei. Esperarei pelo Inverno, esperarei por ele: verei as árvores se encherem de flores e frutos e, num segundo instante, recolherei algumas das folhas secas do tapete marrom que cobrirá os gramados intermináveis. Será bonita a espera, serão tristes as incontáveis despedidas. Contarei os dias e os meses para estar próxima ao meu amor - cujo calor se destinará a mim. E como seria isso, o calor do Inverno? Seria frio, frio e pálido como toda a estação. Cinza, gélido, mas ainda delicado. As nuvens nos impressionam, nos intimidam, mas nada mais fazem do que defenderem-se da fragilidade em que se encontram. Eu entenderia as nuvens, conheceria os ventos, suportaria e amaria o frio. E o faria quantas vezes fossem necessárias, sempre que eu sentisse desejo. Me apaixonaria e me deixaria levar pelo Inverno. Seria tola, seria cega, seria feliz e apaixonada com minha condição de pessoa-que-espera.
Pessoa que espera.
Pessoas que esperam: esperam por serem passivas ou pacientes em demasia ou terem esperança ou terem certeza ou não terem nada. E mais vários outros ou's. Esperam porque constantemente estão divididas - divididas entre fazer o melhor para o outro e o melhor para si. Dizem que quem gosta cuida, mas quem gosta também deve deixar o outro ir - se é isso o que ele quer. Deve?! Como aceitamos ficar sem o que nos faz bem? A felicidade alheia nos alimenta? Sentimos pena de nós mesmos? Somos ridículos por não lutar? E por lutar em vão?
Esperar. Esperar por uma pessoa, por uma resposta, por uma verdade (por vezes dolorosa), por uma mentira bem-empregada, por um sorriso, por um gesto, por uma explicação, por qualquer palavra que quebre o gelo, o silêncio, o vazio amargo da espera. Ah, a agonia de não sentir o tempo passar... Nada mais angustiante do que estar de fora dos acontecimentos, assistir à realidade com os mesmos olhos sonhadores de antes. Não se deseja o que é platônico, mas o que é belo - de preferência, sua face sólida e alegre. A busca pelo concreto nem sempre se dá experimentando, mas observando as coisas e analisando seus movimentos. E, ainda assim, existem vezes em que nem o que é óbvio se mostra claro...
Chega dessa história. Basta! Sem mais aquele drama de "se foi" e "nunca mais". Eu não digo nunca, não digo sempre - sou completamente "talvez". Espero, esperava, esperei. Esperaria e esperarei. Conjugarei 'esperar' de todos os modos, pois sou uma das tantas pessoas que esperam. E não deixo de fazer acontecer por esperar. Não, não deixo de viver. Pelo contrário: vivo tudo intensamente. Intensamente.
E, cada vez mais, me aproximo daquela sensação calma de ser uma Claire. Quero saber sobre as pessoas, ouvir suas histórias, entender o que sentem. E me sentir importante, me sentir parte disso - ainda que temporariamente. Não acho que eu tenha um lugar, não acho que a gente deva ter um lugar fixo. Faço o que me satisfaz, ainda que isso, por vezes, signifique um pouco de masoquismo emocional.
Eu esperaria pelo Inverno sem angústia, suportaria qualquer coisa. O faria, num passado ou num futuro. Talvez o teatro tenha custado a passar diante dos olhos da platéia, talvez as falas tenham se repetido. O fato é que demorei a entender a mensagem. Às vezes, o susto só faz piorar a morte. Mas eu esperei, esperei por isso pacientemente. E as palavras não vieram com o mesmo vento que me dizia seus contrários. "Há males que vêm para o bem"... Ok, próximo round. Estranha-estranha paz interior.

Pessoa que espera.
Pessoas que esperam: esperam por serem passivas ou pacientes em demasia ou terem esperança ou terem certeza ou não terem nada. E mais vários outros ou's. Esperam porque constantemente estão divididas - divididas entre fazer o melhor para o outro e o melhor para si. Dizem que quem gosta cuida, mas quem gosta também deve deixar o outro ir - se é isso o que ele quer. Deve?! Como aceitamos ficar sem o que nos faz bem? A felicidade alheia nos alimenta? Sentimos pena de nós mesmos? Somos ridículos por não lutar? E por lutar em vão?
Esperar. Esperar por uma pessoa, por uma resposta, por uma verdade (por vezes dolorosa), por uma mentira bem-empregada, por um sorriso, por um gesto, por uma explicação, por qualquer palavra que quebre o gelo, o silêncio, o vazio amargo da espera. Ah, a agonia de não sentir o tempo passar... Nada mais angustiante do que estar de fora dos acontecimentos, assistir à realidade com os mesmos olhos sonhadores de antes. Não se deseja o que é platônico, mas o que é belo - de preferência, sua face sólida e alegre. A busca pelo concreto nem sempre se dá experimentando, mas observando as coisas e analisando seus movimentos. E, ainda assim, existem vezes em que nem o que é óbvio se mostra claro...
Chega dessa história. Basta! Sem mais aquele drama de "se foi" e "nunca mais". Eu não digo nunca, não digo sempre - sou completamente "talvez". Espero, esperava, esperei. Esperaria e esperarei. Conjugarei 'esperar' de todos os modos, pois sou uma das tantas pessoas que esperam. E não deixo de fazer acontecer por esperar. Não, não deixo de viver. Pelo contrário: vivo tudo intensamente. Intensamente.
E, cada vez mais, me aproximo daquela sensação calma de ser uma Claire. Quero saber sobre as pessoas, ouvir suas histórias, entender o que sentem. E me sentir importante, me sentir parte disso - ainda que temporariamente. Não acho que eu tenha um lugar, não acho que a gente deva ter um lugar fixo. Faço o que me satisfaz, ainda que isso, por vezes, signifique um pouco de masoquismo emocional.
Eu esperaria pelo Inverno sem angústia, suportaria qualquer coisa. O faria, num passado ou num futuro. Talvez o teatro tenha custado a passar diante dos olhos da platéia, talvez as falas tenham se repetido. O fato é que demorei a entender a mensagem. Às vezes, o susto só faz piorar a morte. Mas eu esperei, esperei por isso pacientemente. E as palavras não vieram com o mesmo vento que me dizia seus contrários. "Há males que vêm para o bem"... Ok, próximo round. Estranha-estranha paz interior.

"I don't love you anymore. Goodbye."
{Closer}
{Closer}
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Pensado por
Ivy
às
20:58
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domingo, 9 de agosto de 2009
friendshit
Eu fiquei superafim de escrever, me senti inspirada pelo clima chuvoso ao extremo e a little bit pressionada porque o último post foi escrito há certo tempo... Acabei de ler um texto do Gui que me deixou super pensativa, e me deu vontade de ficar falando aleatoriamente de novo - eu tinha perdido um pouco a empolgação inicial depois de ficar relendo umas coisas que eu postei aqui (li "Né" e achei meio assustadora a forma com que eu poderia escrever quase a mesma coisa num dia desses. exceto a parte do banheiro, que eu achei extremamente desprezível). Eu queria escrever uma daquelas historinhas bestas de ficção, não exatamente cheia de diálogos, mas a vontade de continuar escrevendo enquanto Ivy é bem maior nesse instante. Sabe, eu odeio quando a inocência acaba ficando mais próxima de ser um defeito. Por situações traumáticas de quando se é uma criança e está crescendo e por reforço às idéias de Holden [Caulfield], eu fico realmente tocada com o jeito que inevitavelmente somos corrompidos. Ok, exagero - e não necessariamente tudo a ver uma coisa com a outra. O fato é que eu acabo sendo mais tola do que deveria, às vezes, por tentar manter um ponto de vista 'virginal' sobre as coisas e pessoas. Eu me irritei mesmo quando, depois de esclarecer intenções, a pessoa tirou da manga uma série de bobagens e blefes. Não tenho nada contra perdoar erros, equilibrar a culpa - fazer cada um assumir a responsabilidade por seu papel -, conversar e tentar recomeçar. Gosto dos vilões, dos disfarces, das estratégias - gosto da maldadezinha bem empregada. Só não gosto de jogo sujo, de envolver na farsa alguém que não tem nada a ver com a situação (e muito menos tem chance de se explicar). Não estou tirando meu corpo fora, realmente fui muito idiota e imatura ao deixar me influenciar por uma visão alheia a tudo e completamente pretensiosa. Em horas assim, me lembro de antigas conclusões que se tornaram metas ao longo do tempo. Como pude esquecer que só quem tem o poder de falar sobre suas emoções é a própria pessoa?! Enfim, tudo se torna motivo quando se busca o caminho mais fácil - o de seguir o que é aprazível, ainda que irreal. Ou isso ficou uma coisa confusa e impossível de entender, ou ficou óbvia (e, de repente, um tanto revoltante. sei que não deveria deixar certas coisas tão esclarecidas em 'lugares públicos'...). Ok, vou ficar devendo um post-tentativa-de-ser-super-bom-ou-no-mínimo-entendível. Sorry, guys. Tempestade em copo d'água ou não, fico super contrariada quando vejo que não mediram as conseqüências antes de falar certas coisas - não no sentido de 'hohoho, vocês não sabem com quem estão lidando - vou me vingar!', mas lembrando que, em certas situações delicadas da vida, uma palavra com um sentido ambíguo ou uma mentirinha podem realmente ferrar tudo.
(um post tão pequeno e tantos marcadores, ora pois!)
(um post tão pequeno e tantos marcadores, ora pois!)
quinta-feira, 30 de julho de 2009
you found me
Eu acordei com um sonho ruim, mas acho que pior do que ele foi mesmo ter que acordar sem ter uma certeza de que ele estaria mesmo distante de se tornar real. Acho superengraçado quando eu estou tão brega a ponto de isso ser comentado. Vergonhazinha pelo penúltimo post. Cara, ando escutando muito The Fray e descobri que Little Joy é tri legal. Queria ver se termino de ver um filme hoje de noite, e termino mais umas últimas coisas da roupa das apresentações. Sexta vou ficar correndo pra lá e pra cá e todas as minhas atividades desse dia oferecerão apenas 50% de chance de serem boas [?]. Enfim, eu quis dizer que tudo será na base da supresinha. Mas acho que será ok. Não tô tão ansiosa pra sábado quanto eu estaria no ano passado, mas acho que isso é um bom sinal. Mais poder, mais responsabilidade... blablablá. Querendo ou não, acho que todos somos capazes. Mas aí já misturei as coisas. Tenho lido bastante os blogs dos outros, me identificado com alguns textos, enfim. Acho tão legal quando as pessoas escrevem e, de algum jeito, eu consigo enxergá-las nos textos (digo elas são sinceras e escrevem bem sobre si mesmas). Eu tô bem, tô toda embaralhada. Acho que algumas certezas que, de repente, eu mostrei aqui nos últimos tempos estão mais fracas. Me acostumei com as férias, não sei como será o recomeço: novo semestre, a velha rotina de um jeito diferente. Falei com pessoas com quem o diálogo foi praticamente inexistente nos últimos meses, e foi legal. Sei lá, algumas coisas não mudam. Existe o lado ruim disso, mas também existe a segurança. Eu gosto do sabor da nostalgia - ainda não sei conviver com a agonia de tudo, mas gosto do bege das memórias guardadas. Eu tenho pensado que realmente as pessoas (eu me incluo aí, of course) não têm noção do poder das palavras. Cada história que eu escuto, cada coisa que eu vejo acontecer... Não sei quando a melhor saída é o protesto, ou se bancar o indiferente sempre é o ideal. Existem situações cotidianas que se tornam um saco se a gente não se impõe desde o início... Enfim. De algum jeito muito esquisito, minha aparência de menor de idade tem sido questionada - isso é mais infeliz do que parece. Não que seja a pior coisa do mundo parecer ser mais novo do que é - na verdade, eu gosto -, mas, às vezes, se torna um saco. Existem pessoas que eu conheço que têm a péssima mania de classificar as dores - comparar o que cada um anda vivendo e dar um diagnóstico apontando o que é pior. Ah, ridículo. Ok, me deu uma coisa e senti vontade de parar.
Ok, eu andei vendo bastante o clipe de "She will be loved" (Maroon 5). Acho bem tetiante.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
All at once.
There are certain people you just keep coming back to
She is right in front of you
You begin to wonder could you find a better one
Compared to her now she's in question
And all at once the crowd begins to sing
Sometimes the hardest thing and the right thing are the same
Maybe you want her maybe you need her
Maybe you started to compare to someone not there
Looking for the right one you line up the world to find
Where no questions cross your mind
But she won't keep on waiting for you without a doubt
Much longer for you to sort it out
And all at once the crowd begins to sing
Sometimes the hardest thing and the right thing are the same
Maybe you want her maybe you need her
Maybe you started to compare to someone not there
Maybe you want it maybe you need it
Maybe it's all you're running from
Perfection will not come
And all at once the crowd begins to sing
Sometimes
We'd never know what's wrong without the pain
Sometimes the hardest thing and the right thing are the same
Maybe you want her maybe you need her
Maybe you've started to compare to someone not there
Maybe you want it maybe you need it
Maybe it's all you're running from
Perfection will not come
Will not come
Maybe you want her maybe you need her
Maybe you had her maybe you lost her to another
To another
{The Fray}
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Pensado por
Ivy
às
20:46
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quarta-feira, 22 de julho de 2009
"I love everything about you that hurts."
oi, eu não sei jogar. quer dizer, a gente sempre acha que sabe - apesar de eu, particularmente, achar desnecessário tentar acreditar que é possível tratar isso como um conhecimento a ser adquirido. pessoas são pessoas, relacionamentos são relacionamentos. tudo muito ímpar, muito diferente, muito incomum: as histórias parecem se repetir, mas não... simplesmente não.
eu disse isso porque, não sei, eu tenho essa mania de achar que a sinceridade pode transformar tudo. não há razão em dizer que eu não me importo se, no fundo - ou não tão fundo -, eu me importo. eu me importo, eu me importo mil vezes se for preciso. me importo. pronto.
e ler - ler que sim, ler que não, ler que tudo ao mesmo tempo - é tão estranho. desconfortavelmente reconfortante. agoniante, mas bom. estranho, puramente diferente do habitual. "diferente do habitual" - quanto eufemismo... não, não vou amenizar quando o que eu sinto é necessidade de gritar, de explorar meus limites em relação ao meu estado.
esperar? ok. direi o que for necessário dizer, ouvirei qualquer coisa como resposta. será assim, espontâneo e doloroso. posso ficar muda, mas não vou calar a boca. não tenho que fazer isso, não sei fazer isso. sou tola, talvez, por não jogar. e o que é esse jogo? quem foi que disse que eu estou jogando?
não sei o que pensar, o que sentir, o que entender. e acredito que a gente passa a maior parte do tempo sem saber, só que não dá bola. a gente só faz, faz o que acha, o que a intuição diz pra fazer. e não se importa até ver o resultado. essa coisa de se importar desde antes é típica de quem está confuso, de quem não sabe ou não quer jogar.
eu faria quase qualquer coisa, como sempre foi. e continuaria jogando, jogando do jeito errado, mas me divertindo. a única regra imposta era não derrubar a bola preta, mas foi só o que eu consegui. merda. mil vezes merda.
eu disse isso porque, não sei, eu tenho essa mania de achar que a sinceridade pode transformar tudo. não há razão em dizer que eu não me importo se, no fundo - ou não tão fundo -, eu me importo. eu me importo, eu me importo mil vezes se for preciso. me importo. pronto.
e ler - ler que sim, ler que não, ler que tudo ao mesmo tempo - é tão estranho. desconfortavelmente reconfortante. agoniante, mas bom. estranho, puramente diferente do habitual. "diferente do habitual" - quanto eufemismo... não, não vou amenizar quando o que eu sinto é necessidade de gritar, de explorar meus limites em relação ao meu estado.
esperar? ok. direi o que for necessário dizer, ouvirei qualquer coisa como resposta. será assim, espontâneo e doloroso. posso ficar muda, mas não vou calar a boca. não tenho que fazer isso, não sei fazer isso. sou tola, talvez, por não jogar. e o que é esse jogo? quem foi que disse que eu estou jogando?
não sei o que pensar, o que sentir, o que entender. e acredito que a gente passa a maior parte do tempo sem saber, só que não dá bola. a gente só faz, faz o que acha, o que a intuição diz pra fazer. e não se importa até ver o resultado. essa coisa de se importar desde antes é típica de quem está confuso, de quem não sabe ou não quer jogar.
eu faria quase qualquer coisa, como sempre foi. e continuaria jogando, jogando do jeito errado, mas me divertindo. a única regra imposta era não derrubar a bola preta, mas foi só o que eu consegui. merda. mil vezes merda.
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