quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Ok.


Passei um longo tempo escrevendo merdas e apagando. Talvez eu devesse só dizer que hoje eu não estou com os pensamentos organizados. Desconfio daqueles que dizem estar, uma vez que as pessoas teimam em surpreender as outras de maneira desconfortável. Nem Tallulah, nem Laurah, nem Claire, nem Clementine: hoje eu sou só a Ivy - igualmente vazia e complexa.

Não era para soar bonito.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Relationships.

Não que eu ignore os princípios da poligamia, mas eu realmente vejo as coisas a partir de suas interações com outras, duas a duas - e, mesmo num sistema onde as trocas sejam mútuas entre mais indivíduos, a situação das duplas está presente integralmente em cada núcleo. Num mundo onde a máquina tende a dominar o homem, seu criador, não entendo como este não se mostra eficiente no controle de suas ações e julgamentos - a evolução do ser racional parece não abranger todas as áreas dos seus pensamentos. Falar em emoções é mais fácil do que compreender o universo que as envolve, porém de nada custa observar alguns fatos desse amor mundano a que todos estão acostumados a presenciar.

Se antes o casamento selava um acordo entre nobres por razões claramente econômicas, com o tempo recebeu o ar do romantismo merecido, ganhando espaço no sonho das virgens inoce
ntes e outras mulheres não menos dignas: uma pitada de religião ao ciclo da vida. Nada mais comum do que procurar alguém para dividir as contas do fim do mês, a cama e as eternas conversas - infinitas até que a morte os separe, para realizar a façanha de ter filhos e concretizar planos que não saíram do papel por falta de motivação. No fundo, o casamento é um fruto do desespero, um ato rotineiro e vazio que busca estabilizar certezas que, bem, não são certas. Prometer amar alguém diante de todas as situações, ao longo dos anos, por motivos momentâneos - e ainda assinar por isso - é algo que realmente deveria ser levado a sério, ainda que beire a loucura. Independente da existência de um deus, as pessoas temem a maneira como vão morrer, se estarão sozinhas, quem se importará, essas coisas... Assumir o compromisso de eterno companheirismo tem o poder de confortar, ainda que hoje em dia seja muito mais recompensador se ver livre de um relacionamento do gênero... Enfim.

O casamento não encontra mais base na sociedade que vem send
o construída e isso pode ser visto na imaturidade e na forma precoce com que jovens e experts no assunto se relacionam. Desde muito cedo, por motivos diversos, cada pessoa cultua a outra como se fosse um produto descartável, às vezes útil, às vezes invisível, o que está presente em várias relações. A intensidade do problema é maior quando o indivíduo busca como aliados pequenos sintomas de seu descontrole, entre os quais o famoso ciúme e desejo de reabastecer seu ego com bons e novos elogios. O jogo de receber cuidados é perigoso, uma vez que nem sempre o encantamento é recíproco. Ainda assim, mesmo nos casos onde ambos os envolvidos se dizem apaixonados, não é raro o tratamento de "propriedade privada" que um recebe do outro - a velha história de querer ser o um entre um milhão, de não se contentar em ser o escolhido e tratar todo o resto como inimigos na guerra. Nasce, então, um sentimento de insegurança que, quando não é suprimido, é alimentado por uma série de acontecimentos muitas vezes irrelevantes e que, mal interpretados, dão início aos abalos na relação do casal.

Em outras palavras, é realmente irônica a experiência de exigir da "pessoa amada
" algumas mudanças, bem como afastá-la de sua vida social - uma vez que somos todos uma mistura de valores e sensações, de preto e branco, o que pode ser defeito para uns tende a ser bem-visto por olhos diferentes e exigir perfeição de alguém, em qualquer hipótese, é sinônimo de se afastar a passos largos da possibilidade dessa existir. A idéia de moldar algo a seu gosto é viável, mas somente para coisas inanimadas. Resquícios de experiências passadas podem ilustrar essa idéia.

As pessoas se habituaram a falar o "para sempre" o tempo todo, a não pensar que o amanhã traz impossibilidades - ou que nem este sempre chega. Agem com tanta simplicidade ao reclamarem dos problemas que tem que enfrentar ao longo dessas interações humanas, mas ignoram que desprezam a razão em momentos oportunos. É mais fácil ouvir o coração, o som do perigo, desarmar as preocupações com a certeza de que as imprudências sempre são saborosas - até provar do amargo, do azedo, do lado podre das emoções. Primeiro, o auto-conhecimento, depois o descobrimento do outro, do sexo oposto (ou não), do diferente, do que pode te complementar ou desestruturar: as coisas andam acontecendo de forma invertida, formando-se primeiro os laços para depois perceber os nós.

Sufocar o outro é uma das conseqüências de um problema puramente individual, onde o indivíduo deve ser capaz de perceber em si os erros a serem corrigidos. O homem não está mais acostumado a dividir, uma vez que desde cedo é ensinado a crescer diante dos medos, a enfrentá-los bravamente, sem tomar conhecimento de sua origem - podando o mal ao invés de arrancar-lhe as raízes. E, então, são cada vez mais numerosas as famosas desilusões, que tanto inspiram músicos e outros artistas, mais incompreensíveis e perturbadores os desfarces que algumas mentiras encarnam e, óbvio, mais frios e rápidos os relacionamentos. São crianças que brincam de adulto e adultos que insistem em serem crianças: a bagunça já está formada.

Uma das razões para a incompatibilidade é o famoso egoísmo - mas, em tempos de felicidade, ceder não parece ser uma tarefa árdua. Defender idéias também não é perigo quando se sabe com quem está lidando e o que está sendo dito - acredito que muitas confusões vem da não-reflexão das futuras situações inesper
adas (cabe nessa chave a vantagem do auto-conhecimento). Como última coisa a ser observada, nada é mais importante do que a tão discutida confiança - que se estabelece com o tempo e a certeza involuntária e ímpar de cada um da dupla.

Eu espero não ver mais sujeitos enrolados com fios no programa da Márcia, respondendo se traiu ou não a esposa, nem testes banais em revistas de meninas sobre a fidelidade ou a veracidade dos sentimentos "do gato por você", mas isso é apenas um daqueles desejos que estão bem longe da realidade. Até lá ainda vou ouvir muito sobre adolescentes e seus anéis de compromisso discutindo na parada de ônibus sobre a loira oferecida da festa de sexta ou coisa parecida. Nunca se sabe quais novos "problemas de casal" irão surgir - o que é certo é que, independente de suas naturezas, se acumularão sobre os já citados e tardarão a oferecerem a possibilidade de um adeus (tão nobres quanto os casamento das fábulas).



terça-feira, 29 de julho de 2008

Dry Martini

"É assim que não se prova nada a ninguém. Pegar mais duas, três, seis, sete taças - morder a azeitona e deixar o líquido escorrer, sem censura. Dançar num vestido prateado, com purpurina, purpurina! Gastar o batom e a sola do sapato, não se preocupar com o cabelo desarrumado e seguir desenozando gravatas. E, ainda assim, continuo provando que me importo. O viver em sociedade é tão chato e demodê. Não sei se o que assusta mais é a visão da voracidade ou do quarto escuro e silencioso, eu realmente não aprendi nada esses anos todos. Quebrar saltos, unhas, ilusões... ai, que rotina! Eu acho que estou mais perto do desperdício de mim mesma. Isso se reflete em cada gole de saudade das verdades que eu nunca fui. Me confundem com frascos, me procuram em espelhos, mas a verdade é que não me encontram em lugar algum.

Ainda consertam-se gaitas segundo a placa da esquina. Talvez eu apareça por lá à procura da minha identidade.
Aceita um gole?"



segunda-feira, 28 de julho de 2008

Gelo Seco.

- Eu sou melhor do que vocês.
Disse o que disse e saiu da sala, sem escrúpulos, sem últimos olhares, sem mais frases de efeito. A porta não foi violentada; sequer emitiu ruído o giro da maçaneta. Cruzou os corredores trazendo uma mensagem no semblante - uma verdade em carne viva. Passos apressados se aproximaram, seguidos de palavras impensadas, pronunciadas em tom histérico, que diziam nada além do esperado.
- Não importa.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Copos se quebram todos os dias.

Pode até ser que a grandeza de uma pessoa seja reconhecida no modo como ela se levanta, mas essa idéia é manjada demais. Assoar o nariz em público pode dizer muito mais, uma vez que entram em jogo a necessidade e falta de privacidade, o que faz com que o sujeito se reprima de forma a tentar ser o mais breve e silencioso possível, uma vez que os demais não aprovam o gesto geralmente. Ou não. Grande merda também. Quer dizer, eu não entendo esse drama todo. Viva os índios de novo! Não esconder as "vergonhas", como diriam os portugueses, tampouco fazer escândalo de coisas tão cotidianas (tá, eu não tenho base alguma para falar disso, nem tenho saco para continuar).

Essa coisa de grupo, amigos unidos, etc. pode ser muito bonitinha e tudo o mais, porém - andei pensando - e realmente não acho necessária a existência integral desse convívio (? - ok, vocês entenderam). Esta não é exatamente uma promoção da autosuficiência, mas da independência em suas devidas proporções. Minhas palavras não estão me agradando por hoje e eu estou tentando ser o menos fria possível. No fundo, esse emaranhado de sentimentos pode ser ainda resquício de tetos anteriores, onde a idéia do coletivo se chocava com o individual.

Eu gosto de ser sozinha; eu cresci assim. Não que eu queira dar início a um drama, mas eu brincava sozinha e coisas assim, então não é difícil - muito pelo contrário - me ver bem nessa situação. Não se trata de "negar" amigos, mas preferir o meu jeito, o meu mundo, o meu ritmo sem interrupções. Egoísmo em parte, por nem sempre buscar o outro lado da moeda, mas ainda assim um hábito inofensivo. E, do mesmo jeito que isso não é entendido na maioria dos casos, não sou eu quem vai entender aquela vida de profunda alegria, mil estranhos conhecidos em volta, agitação, stress e mundo compartilhado. Sinceramente? Eu vejo tudo isso com desgosto, muito desgosto. Talvez nem tanto. Só não gosto das afirmações de que minha vida é em vão se eu não fizer isso ou aquilo. De novo: grande merda. No mínimo, respeito pelas diferenças. Não resolvendo, todos os golpes de artes marciais que você aprendeu ao longo da vida, seja na tevê ou com alguém, podem ser postos em prática. Ou não.

E eu cansei de repensar atitudes, tentar mudar conceitos, aceitar que "tudo poderia ser melhor se eu me portasse de outra forma". Ao invés de me ensinar a me comprometer, aprenda a não se importar. Não falo de indiferença, mas falta de dependência - ainda mais quando as coisas não são sólidas. Eu sinto falta do que pode me preencher, não do que pode vir a sobrar. Eu preciso de ar, preciso de tempo que alimente a saudade. Preciso do que é original e não me causa chaga sofrer abuso de quem aprecio. Mas está cada vez mais raro o gosto de apreciar...

Aliás, o filme do Coringa foi tipo assim eternizado.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Sprouts of Time

Ela chegou com as mãos meladas de algodão-doce, daqueles rosas que têm cheiro bom, com aquele sorriso inocente de gente que espera. Espera, simplesmente espera - espera porque tem medo de enfrentar a verdade cinza e sóbria de que as coisas não são todas rosas e doces.

Eu me acomodei no banco de forma a deixar um espaço bastante grande para que ela se espalhasse, como eu sabia que ela ia querer fazer. Ela usava aqueles vestidos com a saia rodada e demorava um bocado de tempo para se sentar, procurando não amassar o tecido. Era sempre assim, sempre assim. Eu mentiria se dissesse que isso não me aborrecia, mas dessa vez foi diferente.
Quando nós sabemos que algo vai ocorrer pela última vez ele sempre ganha um gosto especial. É como ver as pombas na praça: às vezes você joga pipocas no chão, às vezes se enfurece com aqueles pontos brancos e pretos, em degradê, que sobrevoam sua cabeça. Nesse dia eu até cheguei antes do horário marcado a fim de prestar mais atenção nas coisas que nunca me chamaram a atenção - ou eu que não permiti, devido a correria do dia-a-dia.

Eu conclui que não poderia sentir falta do que eu nem sabia que existia em alguns segundos, quando um senhor passou com uma bengala, desviando meus pensamentos de nostalgia. Eu estava embriagado com aquela história das pombas e das árvores e tudo o mais e o velho s
urgiu com aquela bengala de madeira marrom e ponta bicuda de ferro. Parecia um bom homem até chutar para longe uma bola que passou pela frente dos seus pés.

Nesse meio tempo eu retomei à minha cara de insignificância, concentrado em planejar tarefas óbvias, numa tentativa frustrada de economizar as horas que eu não tinha. Ela, então, apareceu surpreendentemente do nada, como a neblina que percorre o abismo. Não fossem os olhos amendoados, poderia descrevê-la como uma daquelas camponesas virgens que enfeitam alguns quadros, tapeçarias... É sempre difícil imaginar que algumas meninas um dia crescem e acabam com caras tipo eu. Tá, eu não quis dizer isso.
Ela ficou sentadinha do meu lado, comendo aquele tufo colorido e lambendo os dedos. Parecia realmente uma criança. Eu fiquei pensando se despejava de uma só vez todas as palavras que eu tinha ensaiado, mas de repente ficou tudo mais difícil.

Eu abri a jaqueta e do bolso interno tirei um frasquinho prateado, desses que quase todo mundo tem e funciona quase como um fetiche. Um gole daquilo já me fez sentir melhor, embora custasse muito ainda para eu me sentir pronto. Pronto. 'Pronto' simplifica muita coisa, mas também esconde o real sentido, como um eufemismo. Esconde o gaguejar, o suar frio, o cravar de unhas na
s palmas das mãos e todos essas coisas que tendem a fazer com que nós homens nos sintamos menos fortes - eu não vou nem explicar a vergonha que eu sinto em falar essas merdas. Já basta.

Ela me trouxe uma caixa pequena de madeira, consideravelmente pesada. Envernizada, escura, em formato de baú. Me disse para abrir quando chegasse da viagem, antes ou depois de descansar. Não sei reagir muito bem com esse tipo de situação, uma vez que a gente fica com cara de idiota quando está com o presente na mão e não pode agradecer porque não podemos dizer que gostamos dele - não com sinceridade. Eu disse que não tinha comprado nada para ela, mas era mentira. A verdade é qu
e eu não queria que ela entendesse aquilo como uma intenção - era apenas um anel.

No final da tarde ela me levou na estação, o que foi um tanto desconfortante. Era eu quem deveria levá-la até o trem, eu que deveria dizer que sentiria saudade, eu que acenaria alegremente e depois partiria sozinho com cara de dor - mas foi ela quem o fez. Eu apenas respondi - respondi com todos os movimentos que os meus músculos do rosto podem fazer, mesmo quando eu não falo nada. Ela me entendia, eu sabia disso. Por baixo daquele vestido rodado tinha um ser muito forte, capaz de me desarmar como poucos.

Ela não fez menção de chorar, o que me deixou meio atordoado. Eu não ia saber o que fazer mesmo e talvez até achasse chato esperar o tempo passar tendo que dizer que tudo bem, que em breve nos veríamos de novo, essas bobagens. Ela não era tola e sabia esconder muito bem todas as emoções que eu não sei bem como nomear. A verdade é que o abraço que eu dei nela não foi o su
ficiente longo e que eu até me arrependi de algumas queixas que vez ou outra eu fizera - a gente sempre se acha chato quando sente que está no prejuízo, então o que foi perdido passa por nossos olhos repleto de defeitos e, finalmente, damos um jeito de esquecer tudo de vez.

Eu não prometi que ia voltar, nem esperei promessa alguma da parte dela. Ela me entregou uma carta, que ficou melada de algodão-doce. Eu beijei os seus dedos delicados e coloquei, num deles, o anel que eu tinha comprado. Ela sorriu, mas não disse nada. Foi melhor assim, com esse segredo todo. Eu nunca entendo muito bem o que as pessoas querem dizer quando fazem uma ou outra careta, mas aquele sorriso nunca me ferira.

Eu subi no trem, dormi, olhei as poças de água que a lua iluminava e, umas três horas depois, resolvi que chegara o momento de abrir a caixa. Eu estava com aquela sensibilidade de quem está ansioso com a novidade e se esquece do que parecia ser bom na antiga vida - de um minut
o atrás.

Eu esperava qualquer merda - uma foto, uma bailarina dançante que fosse.
Esperava, simplesmente esperava - esperava com medo de me compreter com aquele passado, de tornar inesquecível algo que sequer me encantara meses antes. Fiquei ali, encarando a caixa com olhos de gato. A janela estava aberta, eu ainda podia escolher entre a curiosidade e o refúgio de nunca saber nem nunca lembrar.

Pensei melhor e decidi realizar seu último pedido. Talvez fosse o único em que eu não tivera falhado
.


terça-feira, 1 de julho de 2008

O Mesmo Erro

Então enquanto eu me reviro nos lençóis
E, mais uma vez, não consigo dormir
Saio porta fora e subo a rua,
Olho as estrelas sob os meus pés
Relembro coisas certas que eu transformei em erradas
E aqui vou eu

Olá, olá

Não há nenhum lugar onde eu não possa ir
A minha mente está turva mas
Meu coração está pesado, não se nota?
Eu perco a trilha que me perde
Assim aqui vou eu

E então eu mandei alguns homens à luta,
E um deles voltou na calada da noite,
Disse que tinha visto o meu inimigo
Disse que ele se parecia comigo
Então eu me preparei pra me ferir
E aqui vou eu

Não estou pedindo uma segunda chance,
Estou gritando com toda a força da minha voz
Me dê razão, mas não me dê escolha,
Porque eu cometerei o mesmo erro outra vez

E talvez um dia nós nos encontremos
E talvez possamos conversar e não apenas falar
Não acredite nas promessas porque
Não há promessas que eu cumpra,
E minha culpa me inquieta
Assim aqui vou eu

Enquanto me reviro em meus lençóis,
E mais uma vez não consigo dormir,
Ando para fora da porta e subo a rua
Olho as estrelas
Olho as estrelas, caindo
E eu me pergunto, onde é que
Eu errei?

_
Same Mistake, James Blunt.

A música é daquelas calmas que te fazem enjoar de ouvir tanto, mas eu gostei tanto da letra. Exceto pelo que se entende no contexto - do lado amorzinho - eu me identifiquei e tals. Ok, eu adoro músicas dramáticas. Enfim. Cara, não fui exatamente mal nas provas do concurso. Quer dizer, eu tenho um cérebro. Se pá voltarei a ter fotos novamente. Tenho que responder um scrap do Gui e seguir baixando músicas. Depois organizo minha lista "Filmes/Seriados/Animes/Etc. que eu tenho que ver" (sugestões aceitas). Aliás, eu aceito qualquer coisa. Livros também. Um dia eu ainda sigo essas listas. Ah, acordei tão meiga hoje. E eu estou na fase de auto-avaliação, onde eu fico pentelhando conhecidos por análises, então é o período certo para me jogarem tomates (a princípio estou mansinha). Tá, eu tô meio besta, então estou escrevendo essas coisas. Contando os dias para estreiar o esmalte preto (y). Kisses.

Eu gosto da temática amorzinho, por influências de filmes e diálogos imaginários e eu não gosto do que algumas coisas aparentam ser. Nem de idosos em filas... enfim.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...