domingo, 21 de outubro de 2007

Listas.

5 coisas irritantes:
- vendedores;
- risadas e gritos histéricos;
- carros que fazem chover na calçada;
- superdebemcomavidasempre life style;
- suco com fiapo da fruta. :x
5 coisas agradáveis:
- água fresca;
- dias cinzas;
- roupa velha;
- lamber colher;
- passar a noite em claro.
5 coisas úteis:
- miojo;
- fones de ouvido;
- fórmulas matemáticas;
- boina;
- agenda.
6 coisas típicas de verão:
- axé;
- pele cheirando a protetor solar;
- mosquito;
- festas em família;
- pés;
- suor.
4 coisas típicas de inverno:
- cachecol;
- preguiça;
- café;
- romance.
5 coisas fedorentas:
- vapor de banheiro;
- plásticos de revistas;
- meias;
- banho de perfume;
- cigarro.
5 coisas broxantes:
- feijão;
- cãibra;
- pneus em humanos;
- malandragem;
- crianças talentosas.
5 coisas neutras:
- batata;
- blush;
- comédia romântica;
- música de consultório;
- camisetas.
5 coisas excitantes:
- mãos;
- armas brancas;
- lençol gelado;
- cerejas;
- escuridão.
5 coisas tristes:
- idosos;
- grãos de arroz;
- touca de banho;
- publicidade ruim;
- exageros.
5 coisas vergonhosas:
- dourado não-fosco;
- glitter;
- o elenco de Malhação;
- bife que encolhe;
- pele descascando.
5 coisas práticas:
- band-aid;
- chinelo;
- lápis preto;
- adesivos;
- guardanapo.
5 coisas geniais:
- cd;
- batedeira;
- máquina de lavar roupa;
- camisas;
- pilhas.
5 coisas trouxas:
- limpador de língua;
- chapéu de turista;
- espanador de arco-íris;
- “rsrsrsrs”;
- gola alta e barriga à mostra.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Parte 3.

A viagem ainda demoraria longas treze horas, contando todo o percurso que Sherobi faria após o trem chegar na estação. O céu colorido pelo sol que se recolhia. Os olhos caídos da moça, que encostara o rosto no vidro da janela, não refletiam nada: nenhuma emoção, nenhum sinal de alegria ou dor. Ela ajeitou o cachecol, apertando-o em torno de seu pescoço branco e fino. Não estava contente com seu estado, com o rumo que as coisas tomaram, mas sentia-se satisfeita de não estar do outro lado das vidraças: o frio era tamanho que não se via ninguém pelas ruas próximas aos trilhos. Nenhuma tenda com nozes e castanhas à venda, nenhum esquilo pelo caminho, nenhum barulho que não fosse o do trem. Mesmo os passageiros estavam silenciosos. Nenhum rádio ligado, nenhuma voz, nem assobio, nem espirro.
Aos poucos, uma camada de névoa delicada começou a se cristalizar sobre a barreira transparente que dividia a cabine de Sherobi do mundo real. Não estava mais sozinha: um homem de aparência rude, com trajes marrons, que provavelmente não era da capital, sentou ao seu lado, fazendo-a encolher os braços. A mochila que estava em seu colo foi acomodada sob o assento do banco, que se revelava uma espécie de baú. Não gostou nem desgostou da companhia; sua indiferença ocupava toda a sua atenção.
O homem esticou a mão esquerda num gesto bruto e tirou do bolso da jaqueta de couro um pequeno saco de amendoins. Mastigou ruidosamente, enquanto apoiava os pés pesados sobre o banco à sua frente, onde ninguém havia sentado. A cabine de número 28 foi rapidamente preenchida com o cheiro de terra molhada que vinha das botinas do homem. A garota se incomodou com o espaço que sobrara para se escorar no encosto almofadado. Deitou a cabeça para trás e inclinou-se para ver o sujeito. Fingia estar mascando um chiclete, como se essa mania fosse capaz de intimidar as pessoas.
“Ei, você! Para onde está indo?” – Perguntou ao homem. Ele parecia ter cinqüenta, quase sessenta anos, ainda que estivesse corado e tivesse porte um tanto forte. “Vai parar na estrada de Michigami ou pretende atravessar a fronteira?”. “Como?” – Disse ele, se engasgando com o susto que levara. “O que quer saber, pirralha?”. “Oras... pirralha... há tempos não escuto isso. Saudade. Você não é mesmo da capital, como eu suspeitava.” – suspirou Sherobi, curvando-se até onde estava sua mochila. Abriu o zíper, puxou um cigarro da carteira e retomou sua postura inicial. Deixou-se cair um pouco pelo banco, de forma a privar seus olhos da visão – ou, pelo menos, da luz – que vinha da janela. Acomodou os pés no banco da frente, como o homem fizera. Este, por sua vez, estava em silêncio. Insistia numa careta rígida, como se isso o afastasse da idéia de que existia uma jovem ao seu lado, insistindo num diálogo.
“Vamos, diga o que quer. Não costumo conversar com estranhos.” – Ele disse, num tom ríspido. “Então foi isso o que sua vasta experiência de vida lhe ensinou? A não falar com estranhos?” – Ela perguntou, numa ironia que fugia da malícia da brincadeira. “Eu quero fogo, só isso. Fogo.”. “Você deveria respeitar as regras. Não é permitido fumar neste local, pirralha.” – Advertiu o velho. “Hum... outra lição de moral. Isso é uma ameaça?” – Perguntou a garota, apertando o cigarro com os lábios enquanto tateava as costas de seu casaco à procura do capuz. Vestiu-o, deixando de fora a franja e algumas mechas de seu cabelo escuro. Os olhos claros voltaram a fitar o sujeito ao seu lado. “Acaba de uma vez com isso. Me passa o fogo e estamos quites.” – Sherobi falou, como se a conversa estivesse sugando suas energias. “Quites? Eu te devo alguma coisa, garota?” – Grunhiu o velho, tirando do bolso da calça um isqueiro rústico, que parecia valer uma grande quantia. “Garota... ok, agora melhorou. Não é porque eu não me apresentei que eu sou uma estranha. Quer dizer, você já deveria me conhecer.” – Ela respondeu, inclinando-se para tocar a ponta do cigarro na pequena chama que se projetava aos olhos do homem.
“Como eu deveria te chamar?” – Admirou-se o velho, olhando com ternura por um segundo para a moça. – “Não sei porque estou te tratando bem, mas não se acostume. Você queria fogo, eu lhe dei. Agora seja breve com suas palavras e não estrague minha viagem.” – Disse ele, em voz baixa e firme. Olhava para a parede a sua frente, a divisória das cabines, feita com o mesmo material do assoalho. “Fogo... fogo é proteção. Eu pedi proteção. E sua viagem não significa nada, realmente nada. É insignificante, se compararmos o porquê de estarmos aqui...” – Lamentou ela, escondida pela sombra que o capuz projetava em sua face. “Sabe, você está certo. Nós somos estranhos, e nunca vamos nos dar bem. Eu não tenho vontade de te tratar bem.” – Num salto, ela se levantou e puxou as alças da mochila e da pequena mala que alojara numa prateleira superior ao banco. Parecia estar prestes a chorar, ainda que a expressão no seu rosto fosse de raiva.
“Espera, garota, o que está fazendo? O que está dizendo?” – Perguntou ele alarmado, equivocado com os insultos da jovem. - “Para onde está indo?”. “Para longe de você. Sabe, pensei em te seguir por Michigami, pensei em pedir para ficar na sua casa, conhecer sua esposa – se é que tem uma. Pensei em fazer parte da sua vida, mas agora eu não vejo o que me levou a vir até aqui. Estraguei a minha viagem e a sua também.” – Resmungou ela, evitando olhar o velho. Ele abrira os braços, impedindo que ela passasse ou chegasse até a porta da cabine. “O que você quer? Não vai me trancar aqui, seu velho!” – Ela berrou, voltando-se contra o homem – que imobilizou seus braços e empurrou-a no banco à sua frente.
Ao contrário do que ele esperava, ela encolheu pernas e braços e colocou a cabeça sobre as mãos. Era muito magra – magra e branca. Vestia uma saia comprida, o casaco de moletom cinza e coturnos surrados. Poderia ser confundida facilmente com qualquer drogada, menor infratora ou coisa que o valha, pois o aspecto delicado contradizia a idéia de que havia inocência naquele corpo.
O homem olhou para os lados, sem saber o que fazer. “Droga, pirralha. O que te fiz? A qualquer momento um guarda vai entrar por essa porta e te ver aí, soluçando. O que eu digo? Vão achar que eu tentei te estuprar ou coisa parecida, olha só a minha imagem!” – O velho ficou falando sozinho, perdido nas próprias idéias. Tentava entreter a garota a sua frente, não mais preocupado em se mostrar frio e intolerante, mas cuidadoso com o que suas palavras poderiam vir a causar.
“Quer um copo d’água?” – Ele perguntou, transcorridos alguns minutos. “Não.” – Sherobi disse, mais calma. Abaixou as mãos, apertando os joelhos contra seu corpo. Olhou para o chão e depois para o sujeito a sua frente. “Desculpe o transtorno. Lembrei que eu ainda não me apresentei. Você não me conhece, mas eu sou sua filha.”

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

The Importance of Being Idle

O que torna uma pessoa importante, afinal?
Claro que essa resposta é variável, ela depende da visão de cada pessoa - mas acredito que todos concordam que alcançar a fama torna-se quase um sinônimo de ganhar, de alguma forma, soberania, importância em vários sentidos - não apenas poder, mas imagem. Eu falo isso, novamente, porque fica difícil estabelecer um padrão de direitos sobre uma sociedade que aceita se diferenciar por um conceito de mídia.
Qual a diferença entre morrer em um acidente de avião ou num leito de algum hospital em condições precárias? Serão muito diferentes os cadáveres de um anônimo e de um ídolo? Comida para minhoca, sem distinção. Até hoje não me provaram o contrário. Pode soar um tanto arrogante, hipócrita ou invejoso, mas eu realmente não gosto daquelas reportagens na televisão - principalmente as que passam no final do ano, onde são narrados os crimes mais alarmantes, os mortos que mais deixarão saudades, as perdas que realmente
fizeram a diferença.
Não gosto da idéia da criação de um altar para pessoas públicas. Todos têm talento, têm alguma coisa em que se destacam, têm qualidades e imperfeições. Será que alcançar a imortalidade consiste no processo de ser capa de revista? Porque tratar diferente quem mata a sua mãe e quem mata algum grande nome do rock? Está certo, você não pode responder: não mataram a sua mãe. Nem a minha. Isso passa despercebido, como tudo o que fica distante da nossa realidade. A dor está nos olhos dos outros - e permanecerá lá, até que alcance o mundo ao nosso redor.
Catástrofes são coisas estúpidas. Eu não sinto muita pena do cara que estava num vôo que, por algum motivo, se destroçou sem deixar sobreviventes. Claro, eu não perdi ninguém assim. Isso sempre conta. Só que eu prefiro pensar no cara que nunca vai entrar num avião, porque mal tem o que comer. É, talvez isso seja apelativo. Só que eu não sei o limite, desconheço o que faz um caso ser diferente do outro. Existem contribuições que servem ao mundo inteiro? Ótimo, mas a pose de herói - por ou sem querer - é um fator que torna tudo muito inválido. Orgulho é algo muito delicado. Não acho que o volume de uma chuva de aplausos determine a import
ância de nada. Aliás, aplausos são muito infelizes. São usados em vão, para qualquer coisa pequena. Passaram a ser elogios vazios.
A morte é inevitável: isso faz o mundo renovar, a tecnologia avançar, a mentalidade fluir e evoluir. Só que faz parte da vida o processo de perda, o crescimento físico, psicológico, emocional. Se apegar a supérfluos, pessoas distantes do nosso plano real pode trazer certo conforto, porém não substitui a dependência daquilo que é concreto, que é estável e para quem também somos mais do que símbolos.
*Drama OFF*
Eu ainda gosto dos Beatles, do John, do Chapman, do Apanhador e da minha mãe. Cada um com seu papel.

(E eu sei que "idle" não é "ídolo".)
E Noergologia é um insulto ao mestre Freud!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Sem óculos, dessa vez!

Jung, falando de ISTP:

[...] Você evita julgar as pessoas baseando-se em valores pessoais, pois sente que a formação de opiniões e de decisões deve ser feita de uma maneira imparcial, isto é, baseando-se em fatos, e não em crenças ou em outros aspectos subjetivos. Não é de sua natureza estar ciente de como você afeta os outros; você também não presta atenção e até desconfia dos seus próprios sentimentos e tenta ignorá-los, pois tem dificuldade em distinguir suas reações emocionais de suas opiniões. Essa pode ser uma área problemática para você. Quando você se encontra em situações estressantes demais você pode acabar tendo ataques emocionais de raiva, ou num outro extremo, ficar totalmente tomado de emoções e de sentimentos que você se sente obrigado em compartilhar com as pessoas (e que geralmente acabam não soando muito bem). Se você não se sentir bem, você pode começar a se aventurar no mundo de opiniões baseadas em valores – uma área nada natural para pessoas como você – e vai ficar se julgando e se remoendo pela sua incapacidade de cumprir alguma tarefa. Dessa maneira, você abordará essa tarefa com um estado emocional abalado, esperando que o pior aconteça. Você é excelente em situações de crise. Pessoas como você geralmente são ótimos atletas, pois têm uma coordenação muito boa entre os olhos e o resto do corpo. São também muito responsáveis em acompanhar o andamento dos seus projetos e em acertar detalhes que estejam faltando ser acertados. Normalmente você não tem muitos problemas com a escola, já que você é uma pessoa introvertida e que pensa com a lógica. Você é quase sempre uma pessoa paciente, embora tenha uma tendência a ter seus momentos de explosão emocional, devido à sua falta de atenção com seus próprios sentimentos. Você tem várias habilidades naturais que o tornam uma pessoa ótima para lidar com diversos tipos de coisas. No entanto, você se encontrará mais feliz quando estiver focado em tarefas voltadas à ação e que necessitam de uma análise lógica delicada e de uma alta habilidade técnica. Você se orgulha da sua habilidade de tomar os passos certos nos momentos certos. Você é otimista, cheio de animação, leal aos seus semelhantes, de desejos simples, generoso, confiável, receptivo, e não quer tomar parte de maneira alguma em compromissos que possam te confinar, ou te “deixar preso”.
-

Legal, fiquei emocionada com umas coisas que aconteceram. O messenger me faz realmente feliz alguns dias. Não exatamente ele, mas as pessoas das janelinhas of course. E essa história de vestibular está subindo a minha cabeça. É muito infeliz mesmo ir tri bem numa prova e se ferrar na outra. Médias harmônicas não são nada meigas, ainda que justas.
Hoje foi tão silencioso o dia na psicóloga. Que bom que ela não arruinou meu dia cinza. Adoro dias cinzas. Eu estou pensando coisas aleatoriamente. Lembrei da era das covers de Bruna Surfistinha no Orkut. Não exatamente assim, mas era moda colocar sob fotos ou no profile algo como 'o doce veneno do escorpião'. E fazer cara de puta, claro. Que coisa chata.

Sabe, pessoas cool são muito chatas. As pop também. As uncool são piores ainda. Todo mundo tá um saco. Legal, eu tenho um 'óculos de vó' bem gordo e branco que tapa toda a minha cara. A Capricho deve estar fazendo vários editoriais de moda com isso enquanto os gatinhos adoram. Pura ironia. Eu já achei legal esse tipo de coisa. Achei mesmo. No duro (tri que continua infinitamente...). Só que né, ser original ou retrô ou o que for virou uma mania muito enjoativa. Que nem aquilo de tirar fotos, com a câmera na mão, acima da cabeça. Legal, eu também tenho uma em algum álbum. Isso não me fez mais feliz. Postei achando que mudaria minha vida, mas não mudou. Que droga essa gente usa? Eu também quero!
Na propaganda das 'musas-gladiadoras da música', da Pepsi, há um tempo atrás... por que raios colocaram a Pink! naquilo? A Britney chegou como a nova Sandy e se revelou uma gostoson
a. Depois decaiu, ok. A Beyoncé (sei lá como se escreve) tem seu valor... mas, poxa, colocar uma oxigenada de piercing no meio dessas aí não combina. Eu realmente gosto da Pink!, é sério. Mas bah, covardia. É como colocar, sei lá, a Jolie do lado da Hebe. E eu nem vou com a lata da Jolie, mas né. Certo que tinham convidado uma morena-não-mulata, para ficar um trio multi-étnico, e a tia desistiu de participar na última hora. Vai ver era até a Sheila Carvalho. Ah tri. Só sei que ela sumiu. Deve estar trabalhando no seu vigésimo ensaio para a Playboy...
Hoje de tarde eu saí com o cabelo todo torto. Mesmo. Meu cabelo já não é bom, daí eu fiz um coque daqueles bem fudidos (eu tinha que dizer isso) que a gente faz para andar em casa, com mil mechas caindo pelos lados e um topete digno de um Elvis do Recife. Tá, ficou quase meigo quando eu coloquei uns grampinhos. Adorei minha def
inição do topete. Haha. Certo que se a mãe me visse saindo, ia me impedir de sair assim. Ok, não impedir. Mas ia pentelhar muito. Fora que eu coloquei aquelas roupas super "coleção outono/inverno 1194". Do tipo roupa velha e confortável. Sei lá porque eu disse tudo isso.
E eu fiquei pensando naquilo de ser normal, de figurar uma imagem normal. Não exatamente ser educada quando eu desejo esmagar o cara na minha frente, mas bloquear reações ou ações que implicariam em caretas. Tem pessoas com quem a gente têm grande afinidade desde sempre, o que diminui muito as chances desse tipo de desconforto. Você deixa de ser espontâneo, ainda que não considere o que você pensa algo assombroso. Para quê? Evitar o julgamento alheio, é claro.
Sem puxar saco, mas uma das minhas memórias mais felizes foi num dia cinzento, na escola. Era de tarde, eu estava com um colega e, de repente, ficou claro que ele era meu amigo - e não meu "colega". Não exatamente pelo que eu vou dizer agora, mas sabe... aquilo de se sentir livre para se expressar, de não ter medo por um segundo e ser você m
esmo diante de alguém, com confiança. Uma vez na vida alguma tia de alguma loja vai te mostrar um vestido legal. Até lá, diga tchau para todas as atendentes porque é realmente raro ver isso acontecer (?). A gente estava conversando e, do nada mesmo, eu disse algo do tipo "eu quero correr". A gente estava sozinho, na quadra aberta de esportes. Quadra de esportes é um nome realmente blasé para um piso de cimento com linhas pintadas em círculos e retas. Ele levantou, sem me olhar com uma cara de dã, e a gente correu. Eu me senti realmente feliz aquele dia.
Ah sim, eu vi hoje numa loja a boneca daquela guria com Síndrome de Down, que trabalhou na penúltima novela das oito, na globo. Sei lá, apesar de não deixar de ser uma tentativa de humm tornar isso aceitável, os doentes e tudo, eu achei tão capitalista. Que nojo. Tudo vira produto. Dá até nojo de escrever um livro, ainda que com literatura a história seja diferente. É um perigo escrever Harry Potter num dia desses. Você ganha milhões, é claro, mas sei lá. Nem para colocar a cicatriz no meio da testa do ator, no filme... enfim. Perfeccionismo não combina com dinheiro rápido e fácil.

Quando eu for psicóloga eu não quero me sentir a dona da verdade. Quero continuar minhas partidas de Cancan com pessoas legais. As mesmas pessoas. Talvez bebendo cerveja. A gente cresce e bebe cerveja. Os adultos que eu vejo por aí são uns baita cervejeiros. Isso não é novidade. Eu tenho me sentido tão infantil. No sentido físico, emocional e completo da coisa. Será que eu vou poder usar jeans e all star pro resto da vida? Que droga, eu pareço uma mini-pessoa. Isso me irrita tanto. Se eu me visse - e fosse outra pessoa, mas ainda eu (?!) -, diria que eu tenho cara de que sou muito infeliz e que adoro lasanha de queijo mais do que tudo. E eu erraria, porque eu gosto mesmo é de lasanha de carne. E não sou uma completa infeliz, não. Eu reclamo, mas tenho gente legal comigo. E vale a pena cada dia, quando se tem pessoas legais.
Lindão isso, né? É que eu vi Titanic ontem. Eu sempre enjoei com a história inteira. Gosto da parte em que o navio já quebrou e a bunda dele (eu ia dizer proa, mas não sei se está certo. Tanto faz, ele é bem popozudo) está descendo, na vertical, rumo ao infinito maravilhoso e medonho que é o oceano Pacífico. Tri que é outro oceano e eu não sei (y). Mas eu prestei atenção ontem, em alguns detalhes. Tem muita fala repetida. Mas são as clássicas e lindas situações de "se você pular eu pulo / não soltarei sua mão" e coisas assim. Puxa, eles foram até o fim juntos, e ela morreu como ele queria. Que lindão. Eu fiquei pensando nisso, nisso e numas conversas antigas com a Anita. A gente ficou falando sobre 'Amor' na educação
física. Eu não lembro mais o que eu disse, porque acho que mudei de opinião. O que que a gente faz quando 'o amor da nossa vida' morre? O que eu sonhei não foi parecido, mas sei lá. Andam acontecendo coincidências demais na minha vida...
E eu aqui desejando que o dia de amanhã chegue logo... E, talvez, um pouco estressada com isso de formatura. Isso também faz eu me sentir como uma adolescente. Eu não sou adulta, mas não gosto de me sentir assim. Eu não tenho esse espírito de jovem. Parece que eu não tenho voz nem cabeça. Vou sentir falta de jogar handball, de me irritar com as pancadas que a gente leva jogando, de xingar todo mundo e depois rir disso.
Ah, pára! Achei esse post tão engraçado... :)


terça-feira, 9 de outubro de 2007

Fim de Tarde

O homem pegou a mão da criança, que, com um salto, desceu do bonde de encontro ao chão.
O fluxo de pessoas era contínuo.
Flores falsas embecavam os chapéus das madames.
Meninas, mulheres, moças e senhoras tagarelavam rodeadas pela fumaça dos charutos dos homens.
A tarde agradável escondia os deslizes de cada indivíduo presente na paisagem.

Analisando de forma mais cuidadosa, via-se olhos tristes, preocupados, vivos ou pretensiosos, que se misturavam no vai-e-vem de andarilhos.
Um velho, de traje simples e sujo, desenhava com carvão os desconhecidos.
O cabelo cor de fogo da viúva, o machucado nos ombros de um qualquer, o chá quente nos lábios das damas.
Café, café para o banqueiro.

Seria uma cena perfeita, porém não existe cor.
Cada traço vive dentro de seu universo infinito de nuances, que o degradê do giz proporciona.
O que é escuro só é notado quando desbota.
O bonde parte, levando pessoas de bem.
Pessoas com um bem maior do que o consideram.
Paralelo a Rua das Margaridas, de onde vem o burburinho, uma caixa de madeira é carregada, rumo à terra.


segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Bullying

Segundo a Wikipédia:

"Bullying é um termo de origem inglesa utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully) ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz de se defender. A palavra "Bully" significa "valentão", o autor das agressões. A vítima, ou alvo, é a que sofre os efeitos delas. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.
Alguns exemplos das técnicas de bullying:
- Insultar a vítima; acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada.
- Ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
- Interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas etc, danificando-os ou fazendo pilhérias por meio deles sobre um indivíduo, de qualquer forma.
- Espalhar rumores negativos e fofocas sobre a vítima. - Depreciar a vítima sem qualquer motivo.
- Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, valendo-se de ameaças para se assegurar que a vítima seguirá as ordens.
- Colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por ato que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully.
- Fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, raça, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência.
- Isolamento social da vítima.
- Usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em sites de relacionamento etc).
- Chantagem.
- Expressões ameaçadoras.
- Grafitagem depreciativa.
- Usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com freqüência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").
Conseqüências sobre a vítima:
- Depressão Reativa, uma forma de depressão clínica causada por eventos exógenos
- Estresse de desordem pós-traumática
- Tornar-se também um agressor
- Ansiedade
- Problemas gástricos
- Dores não-especificadas
- Perda de auto-estima
- Medo de expressar emoções
- Problemas de relacionamento
- Abuso de drogas e álcool
- Auto-mutilação
- Suicídio (também
conhecido como bullycídio)"
-
e, nessas horas, não há muita razão em ser racional mesmo. bem Jigsaw. do tipo "tem gente que não merece viver". muita raiva de muita gente. e, de fato, o melhor ano da escola é o último mesmo... mais próximo do fim. conviver com gente ignorante me cansa muito. falando realmente com ar de "uiuiui", porque eu odeio todo mundo.
e foda-se minha psicóloga.
porque quando alguém diz "orientação" sexual, o som que ecoa não é "opção".
e vou lá comer bolotinhas açucaradas e ver Mr. Bean. ;)


domingo, 30 de setembro de 2007

Mini-Dicionário Astrológico

Somos Todos UM

Os PLANETAS são energias diferenciadas que representam funções da
personalidade ou algum tipo de força atuante.
Estas se sintonizam e desencadeiam ou atraem ações ou circunstâncias
específicas inerentes, alimentando nossas necessidades e ajudando-nos a
desenvolver nossas potencialidades.
Desta forma criam a confiança e evolução.
SOL representa a vontade intima, a potencialidade do ser, a essência, a
determinação, a consciência, o "self", o padrão de identidade.
O signo do Sol é a área de desenvolvimento mais importante do ser.
LUA representa as reações e os hábitos emocionais.
A Casa onde a Lua se encontra descreve a área na qual as emoções são
despertadas; o Signo onde a Lua se encontra define a natureza de suas
reações emocionais.

MERCÚRIO representa o intelecto, a razão, a lógica, a mente concreta e racional.
O signo que contem Mercúrio descreve de que maneira a pessoa acumula e
transmite informações.
A Casa de Mercúrio indica a área da vida onde a razão atua e o padrão de
identificação da razão.

VÊNUS representa o poder de atração da pessoa. Indica de que forma amamos
e buscamos parcerias, seja no nível físico que no nível social.
O Signo onde Vênus se encontra, descreve de que forma atuamos nos
assuntos do coração.
A Casa onde Vênus está, nos mostra a área onde temos mais possibilidade de
exercer nosso poder de atração.

MARTE representa a ação, a energia, a realização, a independência, o desejo
de ser franco.
O Signo onde Marte se encontra descreve de que forma a pessoa se afirma e
toma iniciativas.
A Casa indica a área da vida onde você irá exercer sua capacidade de iniciativa
e de ação.

JÚPITER representa o processo de expansão humana nos aspectos físicos,
materiais, espirituais e sociais.
O Signo onde Júpiter se encontra descreve de que maneira esta experiência
ocorre.
A Casa, indica as áreas da vida onde esta expansão irá atuar.

SATURNO representa a limitação e a restrição.
Ele nos permite um grau de conscientização dentro dos limites impostos por
nosso destino.
O Signo onde encontra-se Saturno, mostra de que forma interagiremos
nesse aspecto A Casa, indica a área onde devem ser aplicadas as
responsabilidades fundamentais de nossa vida.
São áreas carmáticas.

URANO representa a liberdade e a ruptura de vínculos para uma elevação
do nível na consciência coletiva.
O Signo onde Urano se encontra indica de que forma iremos evoluir nessa
experiência renovadora.
O a Casa indica a área onde iremos atuar.

NETUNO representa a inspiração, o idealismo e a substancia espiritual,
a compaixão.
O Signo onde Netuno se encontra indica de que forma atuamos para
desenvolver a espiritualidade.
A Casa mostra a área da vida onde iremos utilizar a energia netuniana.

PLUTÃO representa a morte, a transformação, o poder e o sexo.
O signo onde Plutão se encontra mostra de que forma você exerce o
poder de liderança e capacidade transformadora.
A Casa descreve a área onde iremos desempenhar este papel transformador
e renovador.

O ASCENDENTE é calculado a partir da hora do nascimento e indica o signo
que se encontrava na linha do horizonte no momento exato em que o bebê
respirou pela primeira vez.
Ele influencia o corpo físico e a aparência, a ‘persona’, e mostra de que forma
nos apresentamos para o mundo exterior.
Confira na figura a posição com relação ao signo.
Evite confundir as linhas que delimitam a casa com as linhas que `contém`
o signo.

(MC) O Meio do Céu indica o ponto mais elevado do Mapa e mostra as
aspirações e a carreira e projeção que a pessoa irá desenvolver na sua vida.
O signo onde se encontra a cúspide do MC indica a área onde
alcançaremos o sucesso profissional.
Verifique que a seta vermelha marca o começo da casa 10.
(RF) A Roda da Fortuna é um ponto fictício do Mapa Natal e a Casa onde se
encontra indica a área onde a pessoa tem a maior chance de conseguir
dinheiro e sucesso.
Este ponto é situado numa distância relativa entre o Sol e a Lua, calculado a
partir do Ascendente.
(NL) Os Nódulos Lunares são também pontos fictícios.
É o lugar onde a Lua, em sua órbita, secciona o Equador Celeste.
O Nó Ascendente, ou Cabeça do Dragão, é tido como benéfico e de natureza
jupiteriana.
O Nó descendente, ou Rabo do Dragão, é de natureza maléfica e da natureza
de Saturno.
Eles se movimentam de forma retrógada.
O que aparece na figura ao lado é o superior.


Os S I G N O S definem qual será a natureza da ação
"Positivo" e "Negativo" representam simplesmente polaridades extremas.
No caso do negativo, considere os conceitos como eventuais desafios a serem encarados na sua jornada evolutiva.
ÁRIES Fogo - 21/3 - 20/4 Cardeal
Positivo: Agressivo, corajoso, pioneiro, empreendedor, destemido, intuitivo.
Negativo: Intrometido, preocupado consigo mesmo, combativo, defensivo, descuidado.
TOURO Terra - 20/4 - 21/5 Fixo
Positivo: Determinado, habilidoso, perseverante, pratico, sensualmente perceptivo.
Negativo: Teimoso, avarento, obstinado, preguiçoso, comodista, possessivo, materialista.
GÊMEOS Ar - 21/5 - 21/6 Mutável
Positivo: Comunicativo, interessante, flexível, engenhoso, inteligente, curioso.
Negativo: Dispersivo, superficial, indigno de confiança, mutável, tagarela, manipulador.
CANCER Água - 21/6 - 22/7 Cardeal
Positivo: Cuidadoso, afetuoso, protetor, sensível, receptivo, romântico.
Negativo: Dependente, melancólico, faccioso, retrogrado, medroso, emocionalmente instável.
LEÃO Fogo - 22/7 - 23/8 Fixo
Positivo: Criativo, generoso, decidido, , expressivo, afetivo, vigoroso, altivo.
Negativo: Egoísta, voluntarioso, presunçoso, exagerado, exigente, dramático, vaidoso.
VIRGEM Terra - 23/8 - 23/9 mutável
Positivo: Criterioso, útil, eficiente, organizado, detalhado, analítico, prático
Negativo: Critico, queixoso, perfeccionista, puritano, preocupado, hipocondríaco
LIBRA Ar - 23/9 - 23/10 Cardinal
Positivo: Cooperativo, equilibrado, artístico, diplomático, interessado, sociável.
Negativo: Manipulador, indeciso, facilmente influenciável pelos outros, superficial.
ESCORPIÃO água - 23/10 - 22/11 fixo
Positivo: Intenso, profundo, controlado, poderoso, perceptivo, transformador, passional.
Negativo: Possessivo, controlador, desconfiado, vingativo, destrutivo.
SAGITÁRIO fogo - 22/11 - 21/12 mutável
Positivo: Expansivo, otimista, visionário, honesto, filosofo, sincero, respeitoso e aventureiro.
Negativo: Excessivo, fanático, desonesto, grosseiro, irresponsável, espaçoso, atirado, não aceita limites.
CAPRICÓRNIO terra - 21/12 - 21/1 cardinal
Positivo: Responsável, bem-sucedido, ambicioso, trabalhador, respeitoso.
Negativo: Critico, autoritário, rígido, pessimista, aproveitador, pão duro, excessivamente ambicioso.
AQUÁRIO ar - 21/01 - 19/2 fixo
Positivo: Original, inventivo, progressista, reformador, consciente da coletividade, altruísta.
Negativo: Excêntrico, caprichoso, rebelde, frio, inconvencional, revolucionário.
PEIXES água - 19/02 - 21/3 mutável
Positivo: Idealista, espiritual, sensível, generoso, compassivo, mediúnico, romântico e sonhador.
Negativo: Escapista, tolo, medroso, irrealista, instável, dependente e depressivo, fora da realidade.


A s C A S A S: são as cenas onde a ação acontece e abrangem todas as principais áreas de nossa vida.
Casa 1
ASC
A porta de acesso à vida, a auto-imagem, a aparência pessoal, a estrutura do corpo. O Signo desta Casa, chamado Ascendente, descreve a mascara que usamos nas relações com o mundo. Tem relação com Áries.
Casa 2
A porta para a sobrevivência. Aqui estão os bens e recursos pessoais; as energias físicas e psíquicas. Os talentos, os recursos. O Signo na Segunda casa descreve o tipo de energia necessária à sobrevivência material. Tem relação com Touro.
Casa 3
A porta para o conhecimento. O Signo que se encontra nesta Casa mostra de que forma nos relacionamos com o próximo, os irmãos, as viagens curtas e a educação básica, e pequeno comércio. Tem relação com Gêmeos.
Casa 4
A porta para o lar. Rege a família e a mãe ou seu representante. O Signo da quarta Casa indica como serão geridas suas necessidades no ambiente familiar, suas emoções, e suas primeiras experiências em família. Tem relação com Câncer.
Casa 5
A porta para a reprodução, seja artística que física. É a Casa do divertimento, da criatividade, das brincadeiras, do amor e das crianças. O Signo nesta Casa define de que forma continuaremos a existir nas coisas que criamos. Tem relação com Leão.
Casa 6
A porta para a responsabilidade. É o símbolo do serviço e do trabalho. O Signo nesta Casa indica de que forma enfrentamos as responsabilidades de nossa vida diária e também de que forma expressamos nas pequenas doenças, nossas frustrações. Tem relação com Virgem.
Casa 7
A porta para os relacionamentos. É a Casa do matrimonio, das parcerias que exigem participação comum. O signo nesta casa indica de que maneira somos atraídos pelos outros e mostra a qualidade que buscamos num companheiro. Tem relação com Libra.
Casa 8
A porta para a transformação. É a Casa da morte, do sexo e do poder. O signo nesta casa descreve de que forma abordaremos as mudanças necessárias na nossa vida e conseguiremos a transmutação. Tem relação com Escorpião.
Casa 9
A porta para a sabedoria. É a Casa das grandes viagens, da educação de nível superior e da formação filosófica e religiosa. O signo nesta casa indica de que forma iremos aprendemos sobre princípios e padrões éticos e como respeitamos as leis e a moral. Tem relação com Sagitário.
Casa 10
MC
A porta para o sucesso. É a Casa da carreira e da ascensão social . É a casa do pai ou do representante do pai. Tem relação com Capricórnio.
Casa 11
A porta para o futuro. É a Casa de nossos projetos de vida, de nossas amizades e dos movimentos coletivos que nos ajudam a formular metas para o futuro. O Signo nesta Casa indica como encaramos as experiências de grupo. Tem relação com Aquário.
Casa 12
A porta para o inconsciente. Ë a Casa das experiências passadas, a casa do Karma, do sofrimento e dos desafios que encontramos e onde provamos nossa fé num Ente Superior. O signo nesta Casa indica de que forma devemos resgatar nosso passado. Tem relação com Peixes.


Os ASPECTOS
Conjunção
Ocorre quando 2 ou mais planetas estão localizados dentro de um intervalo de 5 graus.
Quando isso ocorre os planetas são desafiados a funcionar juntos em equipe. Veja ao lado um exemplo.
Sextil
Dois ou mais planetas que se alojem dentro de um angulo de cerca de 60 graus.
Esses planetas envolvidos se auxiliam mutuamente, exigindo de nós participação adequada.
Quadratura
Dois planetas dentro de um angulo de cerca de 90 graus na órbita.
Podem representar conflitos de intenções.
Oposição
Quando dois planetas estão a 180 graus na órbita. Mostram a necessidade de equilibrar diferentes polaridades. Somente quando superarmos a dualidade teremos resolvido o desafio.
Trígono
Quando dois planetas estão a 120 graus na órbita. Os planetas em geral neste aspecto oferecem auxílio reciproco. Ë um aspecto muito positivo.


ok, logicamente isso foi copiado e colado, de forma bem suja e antiética e blablabla. mas o site tá ali em cima. sei lá, acordei emocionada hoje. beijos
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